Convidados

Carlos Carvalho é carioca e trabalhou como free-lancer para as principais revistas e jornais brasileiros entre eles: O Globo, Jornal do Brasil, Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, revistas IstoÉ, Veja, Senhor e Marie Claire e publicações estrangeiras como Time e Newsweek (USA), jornais The Baltimore Sun (USA), The Christian Science Monitor (USA), Washington Post (USA), Volkswagen Environmental Report 2001/2002 (Alemanha), NACLA/Report on the Americas (USA) e Onze Wereld / Forum Social Mundial/Porto Alegre/Jan 2003. É coordenador geral do FestFoto – Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre e atualmente membro da CNIC – Comissão Nacional de Incentivo à Cultura/MinC. Dentre os prêmios, destacam-se o Leica-Agfa Fotografe em 2005 e o Vladimir Herzog de Direitos Humanos para o Jornal do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra/MST, coletivo dos jornalistas que colaboraram durante mais 10 anos com o jornal/1989.
Fernando Schmitt é fotógrafo, professor e curador independente. Graduado em jornalismo e Mestre em Comunicação Social. Ensina na Escola Fluxo de Fotografia Expandida e ESPM-RS. Trabalhou também no Ateliê Fotô-SP, SESC-SP, MIS-SP, UNISINOS-RS, PUCRS, UFRGS. Como curador destacam-se as exposições Quase Paisagem, de Cristiano Sant’Anna (FAC-RS) Fábulas Contínuas de Leo Caobelli e Diego Vidart e O Caminho da Praia, de Anderson Astor e Marcelo Curia (ambas contempladas com o Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia), além de Cultivar o Jardim e #minhajanelaminha ambas da fotógrafa Ana Rodrigues (trabalhos participantes do FotoRio 2013 e 2015 respectivamente). Possui trabalhos nas coleções Joaquim Paiva/MAM-RJ, MARGS e Museu de Arte Contemporânea – RS.
Leo Caobelli é graduado em jornalismo e mestrando pelo Instituto de Artes da UFRGS. De 2006 a 2009 trabalhou como fotógrafo no jornal Folha de S. Paulo, além de fotografar para outros veículos como as revistas do Grupo Abril. No ano de 2008, junto aos amigos Paulo Fehlauer e Rodrigo Marcondes, fundou o coletivo Garapa, espaço de criação com o objetivo de pensar e produzir narrativas visuais, integrando múltiplos formatos e pensando a imagem e a linguagem documental como campos híbridos de atuação. Em 2012 foi um dos vencedores do XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de fotografia com o projeto Fábulas Contínuas. Junto ao coletivo Garapa foi ganhador do III Prêmio Diário Contemporâneo e do X Prêmio Funarte Marc Ferrez. Também com o coletivo expôs os ensaios: Morar (MIS/SP e Casa das 10 Janelas/PA), Mulheres Centrais (Instituto Cervantes/SP, Sesc Belenzinho/SP e Fotodocumental 2001, Quito/Equador), o Muro (Antigua Fabrica, Madrid/Espanha) e A Margem (CCSP/SP). Dentre os prêmios, ainda destaca-se a II Bolsa ZUM de produção fotográfica do Instituto Moreira Sales – Postais para Charles Lynch – 2014.
Luiz Carlos Felizardo é um dos maiores fotógrafos brasileiros paisagistas. Nasceu em Porto Alegre, em 1949, onde vive e trabalha até hoje. Estudou Arquitetura, porém abandonou o curso para se dedicar à fotografia de publicidade com câmaras de grande formato. Contrabalançando com rara harmonia os trabalhos de cunho profissional com os de expressão pessoal aproveitando sua formação no campo da arquitetura, documentando, por exemplo, aspectos diversos da arquitetura gaúcha e, sobretudo, porto-alegrense, assim como a presença da arquitetura teuto-brasileira em Santa Catarina e, principalmente, os exemplos remanescentes da arquitetura jesuíta, aos quais dedicou o exemplar ensaio O Sonho e a Ruína: São Miguel das Missões. Felizardo é também um excelente teórico, tendo publicado dois livros de ensaios: O Relógio de Ver (2000) e Imago (2010). É autor ainda
de Usina do Gasômetro CentroCultural (2001) e Luiz Carlos Felizardo (2004), da Coleção Senac de Fotografia. Durante os anos de 1984 e 1985 viveu em Prescott, no estado norte-americano do Arizona, trabalhando com o fotógrafo Frederick Sommer, graças a uma bolsa da Comissão Fulbright, exibindo os resultados desta estada no ano seguinte no Museu de Arte do Rio Grande do Sul. Em 1990, ganhou uma bolsa da Fundação Vitae para escrever um ensaio sobre os anos que Sommer passou no Brasil. Em 2007, foi contemplado com uma bolsa de trabalho do Edital Arte e Patrimônio do Ministério da Cultura, da qual resulta o citado trabalho sobre as Missões. Em 2008, ganhou a Bolsa de Estímulo à Criação Artística da Funarte, desenvolvendo o projeto Querência sobre a zona rural gaúcha, do qual resultou um livro ainda inédito.
Marco Antonio Filho (Lajeado, RS, 1984) é mestrando em Poéticas Visuais pelo Instituto de Artes da UFRGS e bacharel em Comunicação Social pela UNISINOS. Em 2015 ganhou o VI Prêmio Diário Contemporâneo de Fotografia na categoria “Tempo Movimento”. Foi um dos ganhadores do XII Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia 2012 com o ensaio “Já não é mais verão”, que resultou em sua primeira exposição individual, apresentada na Casa de Cultura Mário Quintana (Porto Alegre) e no Ateliê da Imagem (Rio de Janeiro). Em parceria com o jornalista e crítico de arte Eduardo Veras, lançou a publicação “Viagem pela linha invisível”, um relato sobre a fronteira do Brasil com a Argentina e o Uruguai. Esse projeto foi exposto na Galeria Mascate (Porto Alegre), Casa das Onze Janelas (Belém) e Galeria Act’image (Bordeaux, França). Atua como professor na Fluxo – Escola de Fotografia Expandida e no Grupo de Estudos em Fotografia da Galeria Mascate. Vive e trabalha em Porto Alegre.
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